Verás então que amei, que sofri, fui triste, alegre, louca e santa. E sobrevivi.
Amei e amo cirancinhas e velhinhos. Que sorrio ao ver jovens em flor. Acho graça em sua inocência. E me preocupo com eles.
Olho as velhas árvores com reverência e me emociono com sermentes germinando e flores em botão. Guardo também flores já a murchar e a perder as cores. Colho-as então e as coloco onde secarão mantendo as cores continuando a embelezar...

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